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terça-feira, 26 de julho de 2011

De quem é culpa?


  
Uma jovem segurança da unidade CEU parque veredas teve sua carreira profissional interrompida por um mal entendido. O CEU é uma instituição que funciona como escola e centro de cultura e entretenimento, ou seja, ”clube escola. ”Em meados de março com as aulas funcionado a todo vapor, a segurança fazia ali o seu trabalho atendendo uma mulher que esta solicitando informações sobre algo referente à unidade. Em quanto isso os alunos da EMEI estavam no refeitório em seu intervalo de aula popularmente conhecido como recreio. Chega o termino do recreio e as crianças voltam para a sala de aula.
Ao chegar à sala de aula a professora notou que faltava um aluno. Perguntou aos colegas de classe se o tinham visto e responderam que não, este aluno era portador de deficiência era uma criança especial. A professora então saiu à procura da criança por toda a escola, mas não conseguiu achar. Então se dirigiu a portaria perguntando a segurança se alguma criança havia passado por ali, a segurança respondeu: não eu não vi nenhuma criança passar por aqui. Preocupada a professora resolver ir até a gestão da escola passando o caso e em busca de ajuda. Resolveram então sair e começarem as busca fora da escola, um dos coordenadores do céu e mais um segurança, não a segurança em questão que vou da La o nome fantasia de Paula, o coordenador e o segurança patrulharam o perímetro em volta da escola e também nada encontram. Resolveram então ampliar a área e conseguiram achar a criança a mais de um quilometro da escola. Encontraram a criança em uma delegacia. E agora amigos vêm à parte que me fez pensar.
O delegado por sua vez já estava abrindo um boletim quando chegaram o coordenador e o segurança. Este coordenador tem uma “certa influência política” que segundo conta, ele e o segurança teriam eles convencido o delegado a não abri um boletim, pois isso tinha sido um mal entendido e poderiam acarretar em problemas maiores. Agora veja vocês. Levaram o aluno de volta a escola. Entregaram a mãe e contaram o ocorrido. Parece tudo resolvido, não, a segurança Paula foi chamada a gestão para dar esclarecimentos na gestão estava a diretora, os gestores responsáveis pela unidade e a segurança. Na reunião a segurança Paula tentou esclarecer o mal entendido, mas não consegui e foi demitida a pedido da mãe do aluno, isto é o que foi dito a ela. Paula mas uma vez tenteou se defender alegando que no exato momento em que a crianças saia era o instante em que ficou de costas para da à informação a mulher citada no inicio desta história. Pediu então que analisassem as imagens da portaria para constatar o que estava dizendo. Mas isso não foi levado em consideração, nada adiantou Paula perdeu o seu emprego, a demissão era fato, ela não foi à reunião para prestar esclarecimento foi para ser comunicada da sua demissão.
O que me chamou atenção nesta história foi uma sucessão de erros. Os alunos que estudam na EMEI devem ser acompanhados por seus professores, são crianças entre quatro e seis e devem ter um adulto cuidando delas, seja professor ou monitor. Depois a professora não foi advertida por sua negligência. O coordenador que deveria ser um profissional exemplar e resolver a situação como deve ser, usou na verdade toda a sua influência os seus meios escusos para dar o jeitinho de jogar a sujeira em baixo do tapete.
Acreditem assistiram as imagens e Paula dizia a verdade todo o tempo, o que ocorre é que alguém deveria ser responsabilizado e Paula foi à eleita. É como diz o ditado “a corda sempre arrebenta do lado do mais fraco”.